Meltejo - Pastelaria & Padaria Artesanal • Vale de Milhaços

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17/12/2023
A SIMBOLOGIA, A LENDA E A REAL HISTÓRIA QUE ENVOLVEM O BOLO REIPor detrás do bolo-rei está toda uma simbologia com 2000 ...
21/05/2015

A SIMBOLOGIA, A LENDA E A REAL HISTÓRIA QUE ENVOLVEM O BOLO REI

Por detrás do bolo-rei está toda uma simbologia com 2000 anos de existência. De uma forma muito resumida, pode dizer-se que esta doce iguaria representa os presentes que os três Reis Magos deram ao Menino Jesus aquando do seu nascimento. Assim, a côdea simboliza o ouro; as frutas, cristalizadas e secas, representam a mirra; e o aroma do bolo assinala o incenso.
Ainda na base do imaginário, também a fava tem a sua "explicação". Reza a lenda que, quando os Reis Magos viram a estrela que anunciava o nascimento de Jesus, disputaram entre si qual dos três teria a honra de ser o primeiro a brindar o Menino. Com vista a acabar com aquela discussão, um padeiro confeccionou um bolo escondendo no seu interior uma fava. O Rei Mago a quem calhasse a fatia de bolo contendo a fava seria o primeiro a entregar o presente. O dilema ficou solucionado, embora não se saiba se foi Gaspar, Baltazar ou Belchior o feliz contemplado.
Historicamente falando, a versão é bem diferente. Os romanos usavam as favas para a prática inserida nos banquetes das Saturnais, durante os quais se procedia à eleição do Rei da Festa, também designado Rei da Fava. Este costume terá tido origem num jogo de crianças muito frequente durante aquelas celebrações e que consistia em escolher entre si um rei, tirando-o à sorte com as favas.
Este inocente jogo acabou por ser adaptado pelos adultos, que passaram a fazer uso das favas para votar nas assembleias. Dado aquele jogo infantil ser característico do mês de Dezembro, a Igreja Católica decidiu relacioná-lo com a Natividade e, depois, também com a Epifania (os dias entre 25 de Dezembro e 6 de Janeiro). Esta última data acabou por ser designada pela Igreja como Dia de Reis, altura em que algumas famílias, nomeadamente em Espanha, procuram manter a tradição, não só comendo o bolo-rei como aproveitando a ocasião para distribuir os presentes pelas crianças.
Para além desta, havia uma outra tradição, da qual poucos terão conhecimento, que afirmava que os cristãos deveriam comer 12 bolos-reis, entre o Natal e os Reis, festa que muito cedo começou a ser celebrada na corte dos reis de França. O bolo- -rei terá, aliás, surgido neste país, no tempo de Luís XIV, para as festas do Ano Novo e do Dia de Reis. Com a Revolução Francesa, em 1789, a iguaria foi proibida, mas, como bom negócio que era, os pasteleiros continuaram a confeccioná-lo sob o nome de gâteau des san-cullottes.
Por cá, depois da proclamação da República, a proibição do bolo- -rei esteve também prestes a acontecer. No entanto, passado esse período negro, a história deste bolo tem sido um sucesso e todas as confeitarias e pastelarias se enchem de clientes para adquirir o rei das iguarias nesta quadra festiva.

08/04/2014
"Lamentavelmente a PULGA passou a outra vida, com muita tristeza partilho isto com voces, provavelmente nao vou responde...
21/03/2014

"Lamentavelmente a PULGA passou a outra vida, com muita tristeza partilho isto com voces, provavelmente nao vou responder as vossas perguntas como compreenderam. So posso dizer a favor de ela, que viveu como quis, sempre livre e independente. como todo o meu carinho..."
Chakall

21/10/2013

A 12ª Feira Nacional de Doçaria Tradicional decorre em Abrantes no final de Outubro. Nesta 12ª edição, a Feira Nacional de Doçaria Tradicional, com lugar no edifício dos Claras, irá trazer além de igu

A Sericaia é um doce tipicamente alentejano cuja receita é de origem duvidosa: há quem diga que é proveniente da Índia, ...
15/10/2013

A Sericaia é um doce tipicamente alentejano cuja receita é de origem duvidosa: há quem diga que é proveniente da Índia, há quem diga que veio do Brasil. A verdade é que o doce começou a ser confeccionado por dois conventos alentejanos que reclamam a receita original: o Convento das Chagas de Vila Viçosa e o Convento das Clarissas de Elvas. De forma a tornar a rivalidade mais espicaçada, um convento chama ao doce Sericaia e o outro chama Sericá. Para o caso, o nome é o menos importante. A verdade é que o sabor do doce é único porque tem uma particularidade interessante: a textura fofa do doce é embelezada pelas famosas ameixas de Elvas. Estes frutos, de tradição abastada, e o seu molho de calda, são a junção do mar ao céu onde devemos fechar os olhos e divagar.

Queijadas de SintraIngredientes:2 colheres de (sopa) rasas de farinha de trigo12 queijos frescos pequenos500 grs de açúc...
12/09/2013

Queijadas de Sintra

Ingredientes:

2 colheres de (sopa) rasas de farinha de trigo
12 queijos frescos pequenos
500 grs de açúcar
24 gemas
Para a Massa:

200 grs de farinha de trigo
1 ovo
75 grs de manteiga
sal e água q.b.
Confecção:

Primeiro a massa:
Amasse a farinha com a manteiga, junte o ovo, uma pitada de sal e um pouco de água, vá amassando até obter massa segura e moldável; bata muito bem, faça uma bola e deixe a repousar 30 minutos.
Com o rolo estenda a massa de modo que fique com 2 mm de espessura e forre as formas de queijadas, e acerte os bordos.
Coloque as formas num tabuleiro e encha com o creme e leve a cozer em forno quente durante +- 30 minutos.
Agora o creme:
Batem-se muito bem os queijos frescos desfeitos, com as gemas e o açúcar, acrescentando a farinha para dar consistência.
Encha as formas já forradas com este creme.*

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SERICAIAIngredientes:6 ovos 250 gr de açúcar 60 gr de farinha de trigo 1/2 lt de leite q.b. de limão 1 pau de canelaq.b....
12/09/2013

SERICAIA

Ingredientes:

6 ovos
250 gr de açúcar
60 gr de farinha de trigo
1/2 lt de leite
q.b. de limão
1 pau de canela
q.b. de sal refinado
2 colher (sopa) de canela em pó

Preparação:

Bata as gemas com o açúcar até obter creme fofo e esbranquiçado.
Ai parte dissolva a farinha no leite previamente fervido um um pau de canela, casca de limão e uma pitada de sal fino.
Adicione o leite à mistura de gemas e açúcar e misture.
Leve a engrossar sobre lume brando, mexendo sempre no fundo uma colher de pau.
Retire e deixe arrefecer.
Bata as claras em castelo bem firme e adicione-as as cuidadosamente ao preparado anterior.
Ligue o forno a 200ºc e coloque um prato de barro á aquecer vazio (eu coloquei num pirex), depois de quente deite a massa às colheradas desencontradas. Polvilhe abundantemente com canela em pó, e leve a forno que já está aquecido a 200ºC, até o doce abrir fendas.

Fonte: http://omeuespasso.blogspot.pt/2011/01/sericaia.html

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