18/05/2024
UM País VISINHO A NáRNIA,
Willian Marques
A chegada de um líder branco de olhos azuis ao poder, no ano de 1933, permitiu que a figura um amigo, o Goebbels, fosse levantado ao posto de Ministro da Propaganda, como citou, no dia 17 de maio de 2024, o editorial do Estadão, onde podemos comparar a figura de ministro das comunicações daqui, pois lá não tinha o STF, foi importante quando esse teve a incumbência de massificar as ideias do líder alemão e disseminar em todos os meios de comunicação à época. Seu destaque foi tanto que, nesse período, ele assumiu o novo Ministério da Propaganda, passou a controlar toda a comunicação de governo e a divulgação da doutrina do partido.
O cenário planejado foi perfeito, uma crise econômica e um líder desvairado, obcecado pelo poder a qualquer custo, assessorado por dois mais desvairados ainda. Tudo estava concatenado. Não bastante estar na cadeira presidencial, mas, confiscar gradualmente o poder, o inebriante e fascinante poder. E após serem catapultado ao palácio, através da manipulação nebulosa da vontade popular, e de uma série de campanhas mentirosas, principalmente através do rádio para chancelar o revide, repetindo o falso ataque polonês, criando a expressão, hoje usada repetidamente pelos vermelhos, conhecida como Fake News - pois nunca houve o citado ataque da Polônia contra o seu país.
A Fake News funcionou, assim como aqui no dia 8 de Fevereiro, lá, alguns meses mais tarde, o líder ar**no decretou a ilegalidade dos partidos políticos, a prisão de seus adversários e alcançou o poder absoluto, não aceitando vozes contrárias. O líder exterminou parte da população, lá, como aqui, prendeu sem motivo pessoas inocentes entre eles crianças, idosos e mulheres para tocar terror na população e mesmo assim não resolveu o problema. E, acreditem, assim como hoje, pessoas o defendiam como fazem hoje pessoas com sua cega defesa de seu líder politico no Brasil, mesmo ele prendendo inocentes e roubando os cofres públicos. A maior diferença entre eles é que um era um bandido louco nacionalista e o outro é apenas um bandido ladrão e cachaceiro, cego por poder sem escrúpulos como seus asseclas.
Esse mundo que citamos é vizinho a Nârnia, pura ficção, qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência.