**** ORGANOGRAMA E SEUS RESPECTIVOS RESPONSÁVEIS ****
Chefe da Unidade de Negócio – João Neto Alves Barros
Coordenação Adm-Financeira CAF – Agnaldo Albino
Coordenação Comercial CCO – Maria de Fátima M. Lisboa
Supervisão de Serviços a Clientes SUPESC – Adriana Batista Vieira Lima
Supervisão de Arrecadação e Cobrança SUPEAC – João Carlos Perboire
Supervisão de Cadastro e Combate a Fraudes SUPE
CF – Jônatas Pereira dos Santos
Coordenação de Produção e Distribuição CPDI – Hildaberto André
Supervisão de Produção e Distribuição de Redes SUPEDIR – Jediael Pereira dos Santos
Supervisão de Tratamento SUPETR – João Paulo Pães
Supervisão de Manutenção Eletro-Mecânica SUPEMEM – José Sérgio de Carvalho
Supervisão de Coleta de Esgoto SUPECE – Paulo Alexandre Teles
Secretária da Unidade de Negócio – Sílvia Roberta
Núcleo de ÁGUA BRANCA – Josafá Lisboa
Núcleo de CANAPI – Cleonildo Melo
Núcleo de DELMIRO GOUVEIA – Luciana Sandes Damasceno
Núcleo de PARICONHA – Joelson Pereira Leite
Núcleo de INHAPI – Josafá Lisboa e Joelson Pereira
Núcleo de MATA GRANDE – Linduarte Pereira
Núcleo de OLHO D’ÁGUA DO CASADO – José Bezerra
Núcleo de PIRANHAS – Alan Gomes Até 1962, as ações de Saneamento Básico em Alagoas eram implementadas por diversos órgãos como:
:. SAEM – Serviço de Água e Esgotos de Maceió
Autarquia estadual responsável pela construção, operação e manutenção do abastecimento d’água e coleta de esgotos sanitários da cidade de Maceió.
:. DAE – Departamento de Água e Esgoto
Órgão vinculado à então Secretaria de Viação e Obras Públicas, responsável pela coordenação dos assuntos relativos a água e energia no estado. Na área de abastecimento d’água, o DAE se restringia a pesquisa de mananciais e projetos de abastecimento d’água. Somente a partir de 1960/61 é que o Departamento deu início a construção de alguns sistemas de abastecimento d’água tais como o de Taquarana, Girau do Ponciano e Maribondo.
:. DNOCS e DNERU – Departamento Nacional de Obras contra a Seca e Departamento Nacional de Endemias Rurais
Órgãos federais que atuavam na construção de sistemas de abastecimento de água no interior do Estado, passando para as Prefeituras ou outros órgãos, a operação dos sistemas.
:. FSESP – Fundação Serviço Especial de Saúde Pública
Órgão federal que, em convênio com Prefeituras, criaram os SAAE’s – Serviços Autônomos de Água e Esgotos. O FSESP construia, operava e mantinha estes sistemas, assessorando as Prefeituras na área administrativa. Em 1962, o Governo do Estado extinguiu o DAE e em dezembro do mesmo ano, através da Lei n. 2.491, criou a CASAL – Companhia de Saneamento de Alagoas. De acordo com o texto legal, a CASAL é responsável pela construção, exploração e manutenção dos sistemas de abastecimento d’água e esgotamento sanitário dos centros populacionais do Estado. Em outubro de 1963, em sua sede provisória e já com sua primeira Diretoria, a Companhia começou a tomar as suas primeiras decisões. Foram então implementadas os seguintes serviços : Projeto do Sistema de Abastecimento d’água de Satuba; operação e manutenção dos Sistemas de Anadia e Taquarana; execução das obras do Sistema Coletivo da Bacia Leiteira. Estas, iniciadas no primeiro semestre de 1964, foram desenvolvidas a partir de Belo Monte até Jacaré dos Homens. Este trecho de adutora foi concluido em abril de 1966 quando, depois de feitos os testes de operação, a água do Rio São Francisco chegava à Jacaré dos Homens. Ainda em 1966 foram iniciados os trabalhos de engenharia para o projeto da Adutora do Agreste. Suas obras foram iniciadas com o lançamento do marco inicial no Morro do Gaia, em São Brás, no ano de 1970, enquando continuavam as obras restantes do Sistema da Bacia Leiteira. A incorporação do SAEM pela CASAL, ocorrida em abril de 1970, através do Decreto n. 1.753, permitiu que a empresa iniciasse a operação dos sistemas da Capital, iniciando-se o faturamento e cobrança destes serviços no ano seguinte. As obras da Bacia Leiteira foram inauguradas no primeiro semestre de 1971, na cidade de Olivença. Este sistema passou a beneficiar também as cidades de Batalha, Belo Monte, Cacimbinhas, Jacaré dos Homens, Major Isidoro, Monteirópolis, Olho D’Água das Flores, São José da Tapera, São Marcos (na época, sede municipal) e Santana do Ipanema. Mais tarde, o Sistema foi ampliado, atendendo mais oito municípios. No limiar de 1972, através de Lei Municipal, foi incorporado à CASAL, o Sistema de Abastecimento de Rio Largo e iniciados os primeiros trabalhos de engenharia para construção do Sistema da Carangueja, visando atendera cidade de Palmeira dos Índios. Ao comemorar 10 anos de sua criação, em 1973, a CASAL inaugurava o Sistema Coletivo da Zona do Agreste e prosseguia no desenvolvimento de vários projetos, tais como os Sistemas da Carangueja e Sertão. Além da inclusão de outros sistemas, consolidando assim, a expansão do saneamento básico no estado de Alagoas, a CASAL, a partir de 1984, iniciou a implantação de dois megaprojetos na cidade de Maceió – O sistema Pratagy e o Emissário Submarino. O primeiro ainda em fase de conclusão, devido a circunstâncias político-econômicas enfrentadas pelo Estado, enquanto o último foi concluído em maio de 1989, proporcionando melhorias na qualidade de vida da população. Atualmente a CASAL atua em 76 municípios do Estado, inclusive Maceió, sendo responsável pelo abastecimento de água tratada nestes municípios. No tocante a esgotamento sanitário, presta serviço as cidades de Maceió, Maragogi e ao bairro de Xingó em Piranhas.