09/02/2026
Shakes proteicos e substitutos parciais de refeição não são “moda” nem improviso. São alimentos especiais, regularizados pela Anvisa, enquadrados nas normas brasileiras para suplementos alimentares e alimentos para controle de peso (como a RDC nº 243/2018) e alinhados a diretrizes internacionais de segurança alimentar, como as do Codex Alimentarius. O mesmo rigor regulatório existe em agências de referência ao redor do mundo.
Do ponto de vista científico, as evidências são robustas. Centenas de estudos clínicos e diversas metanálises mostram que, quando usados corretamente e associados a um programa de estilo de vida saudável, os shakes:
• auxiliam no controle do peso e da composição corporal;
• contribuem para saciedade e controle glicêmico;
• ajudam a atingir metas de proteína, vitaminas, minerais e fibras;
• são seguros para uso contínuo dentro das recomendações.
Mesmo assim, ainda vemos questionamentos — inclusive de alguns profissionais de saúde. Questionar faz parte da ciência. Ignorar evidências, não. Contra fatos e dados, não há argumentos: os resultados clínicos e a experiência prática mostram benefício quando há boa indicação, qualidade do produto e acompanhamento.
Ciência, regulação e prática clínica caminham juntas. O shake não substitui hábitos saudáveis — ele potencializa um plano bem feito.
Compartilhe com quem ainda tem dúvidas e comente: você já usou shakes como parte de um programa estruturado de saúde?
Fontes: Anvisa (RDC nº 243/2018); Codex Alimentarius; revisões sistemáticas e metanálises em Obesity Reviews, American Journal of Clinical Nutrition e Nutrition Reviews.
Texto do Dr. Natalie Viunisk